O que você come não depende apenas de saber o que seria melhor escolher. Rotina, emoções, relações, prazer e possibilidades também participam do seu comportamento alimentar.
A Nutrição Comportamental olha para essas relações para construir escolhas que façam sentido na sua vida.
Tem dias em que a fome aparece. Em outros, o que aparece é vontade de comer, ansiedade, cansaço, estresse ou a necessidade de encontrar algum conforto.
Perceber essas diferenças ajuda a compreender a alimentação emocional sem transformar cada escolha em culpa.
O comportamento alimentar também é construído pela rotina, hábitos, cultura, relações, experiências e pelas condições que você tem para fazer suas escolhas.
Por isso, saber o que seria melhor comer nem sempre é suficiente para conseguir fazer isso todos os dias.
Durante o acompanhamento, você também aprende a observar fome, saciedade, prazer, preferências e as respostas do próprio corpo.
A alimentação consciente pode participar desse processo, ajudando a construir mais autonomia alimentar nas escolhas do dia a dia.
A Nutrição Comportamental considera que nossas escolhas alimentares também são influenciadas pela rotina, emoções, relações, cultura, experiências e pelos sinais que percebemos no próprio corpo.
Por isso, durante o acompanhamento, eu observo o que você come, mas também procuro compreender como, quando e por que você come.
Fome, saciedade, prazer, ansiedade, hábitos e situações que se repetem ajudam a compreender o seu comportamento alimentar.
Você continua recebendo orientação nutricional e, quando necessário, um plano alimentar. Só que essa construção precisa conversar com a sua história, suas necessidades e aquilo que realmente cabe na sua vida.
Aos poucos, você aprende a perceber melhor o próprio corpo e a participar das suas escolhas, construindo mais consciência e autonomia alimentar.
Você chega em casa depois de um dia difícil e procura alguma coisa para comer. Em outro dia, está ansiosa e percebe que beliscou várias vezes sem sequer prestar atenção. Também pode acontecer o contrário: o estresse aumenta e a fome simplesmente desaparece.
Comer por ansiedade pode acontecer, assim como tristeza, cansaço, tédio, comemorações e outras experiências podem participar das nossas escolhas. Nem toda vontade de comer, porém, deve ser chamada de fome emocional.
Durante o acompanhamento, interessa observar quando isso acontece, o que costuma vir antes, como você se sente depois e se existe um padrão se repetindo.
A relação entre alimentação e emoções merece ser compreendida antes de receber um rótulo.
Fome e saciedade parecem sinais simples até começarmos a observá-los de verdade. Algumas pessoas percebem a fome com facilidade. Outras passam horas ocupadas, ignoram seus sinais e só percebem quando ela já está muito intensa.
Há também prazer, vontade, preferências, desconfortos e experiências anteriores com determinados alimentos. Tudo isso fornece informações sobre o seu comportamento alimentar.
A alimentação consciente pode ajudar nessa percepção: prestar atenção ao que acontece enquanto você come, reconhecer sinais do corpo e entender melhor as circunstâncias que acompanham suas escolhas.
Com o tempo, essa observação pode favorecer autonomia alimentar, porque você começa a participar das decisões com informações que também vêm de você.
Um plano pode estar nutricionalmente muito bem calculado e ainda assim ser difícil de seguir.
Que horas você acorda? Onde almoça? Cozinha ou depende do que encontra perto do trabalho? Tem filhos? Mora sozinha? Quanto pode gastar? O que gosta de comer? E o que simplesmente não faz sentido para você?
Essas informações também fazem parte do acompanhamento.
Na Nutrição Comportamental, rotina, cultura, relações, preferências e possibilidades ajudam a compreender por que algumas mudanças encontram espaço na vida e outras ficam apenas no papel.
Por isso, antes de decidir o que precisa mudar, eu quero conhecer a pessoa que terá de viver aquela mudança.
Eu conheço Nutrição. Você conhece a sua vida.
Durante a consulta, meu conhecimento técnico encontra informações que somente você pode trazer: como seu corpo responde, onde estão suas dificuldades, o que já tentou, quais alimentos aprecia, o que incomoda e até onde determinada mudança é possível naquele momento.
É dessa conversa que construímos estratégias, orientações e, quando necessário, um plano alimentar individualizado.
Com o acompanhamento, você começa a reconhecer melhor seus próprios sinais e a participar das decisões sobre a alimentação.
É assim que a autonomia alimentar ganha espaço: você não precisa permanecer para sempre dependente de alguém dizendo o que pode ou não colocar no prato.
Calma, está tudo bem.
Você não precisa acertar tudo de uma vez.
Primeiro, precisamos compreender o que está acontecendo.
Já tentou seguir dietas ou regras alimentares e percebe que elas não cabem na sua rotina
Sabe o que gostaria de mudar, mas encontra dificuldade para transformar intenção em hábito
Percebe que ansiedade, estresse, cansaço ou outras emoções influenciam sua forma de comer
Tem episódios de fome emocional, come por ansiedade ou sente dificuldade para perceber fome e saciedade
Quer compreender melhor seu comportamento alimentar e sua relação com a comida
Busca construir escolhas com mais consciência, autonomia alimentar e participação no próprio cuidado
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