Nutrição Comportamental – Nutricionista Online

Alimentação também tem a ver com a vida que você leva

O que você come não depende apenas de saber o que seria melhor escolher. Rotina, emoções, relações, prazer e possibilidades também participam do seu comportamento alimentar.
A Nutrição Comportamental olha para essas relações para construir escolhas que façam sentido na sua vida.

★★★★★

Na Nutrição Comportamental, observo o que você come, mas também o que acontece ao redor da comida: sua rotina, emoções, relações, escolhas e os sinais que o seu corpo apresenta.

Alimentação e emoções

Tem dias em que a fome aparece. Em outros, o que aparece é vontade de comer, ansiedade, cansaço, estresse ou a necessidade de encontrar algum conforto.

Perceber essas diferenças ajuda a compreender a alimentação emocional sem transformar cada escolha em culpa.

Comportamento alimentar

O comportamento alimentar também é construído pela rotina, hábitos, cultura, relações, experiências e pelas condições que você tem para fazer suas escolhas.

Por isso, saber o que seria melhor comer nem sempre é suficiente para conseguir fazer isso todos os dias.

Consciência e autonomia alimentar

Durante o acompanhamento, você também aprende a observar fome, saciedade, prazer, preferências e as respostas do próprio corpo.

A alimentação consciente pode participar desse processo, ajudando a construir mais autonomia alimentar nas escolhas do dia a dia.

O que é Nutrição Comportamental?

A Nutrição Comportamental considera que nossas escolhas alimentares também são influenciadas pela rotina, emoções, relações, cultura, experiências e pelos sinais que percebemos no próprio corpo.

Por isso, durante o acompanhamento, eu observo o que você come, mas também procuro compreender como, quando e por que você come.

Fome, saciedade, prazer, ansiedade, hábitos e situações que se repetem ajudam a compreender o seu comportamento alimentar.

Você continua recebendo orientação nutricional e, quando necessário, um plano alimentar. Só que essa construção precisa conversar com a sua história, suas necessidades e aquilo que realmente cabe na sua vida.

Aos poucos, você aprende a perceber melhor o próprio corpo e a participar das suas escolhas, construindo mais consciência e autonomia alimentar.

nutricionista acolhedora Florais de Alquimia

Quando a comida começa a responder às emoções

Você chega em casa depois de um dia difícil e procura alguma coisa para comer. Em outro dia, está ansiosa e percebe que beliscou várias vezes sem sequer prestar atenção. Também pode acontecer o contrário: o estresse aumenta e a fome simplesmente desaparece.

Comer por ansiedade pode acontecer, assim como tristeza, cansaço, tédio, comemorações e outras experiências podem participar das nossas escolhas. Nem toda vontade de comer, porém, deve ser chamada de fome emocional.

Durante o acompanhamento, interessa observar quando isso acontece, o que costuma vir antes, como você se sente depois e se existe um padrão se repetindo.

A relação entre alimentação e emoções merece ser compreendida antes de receber um rótulo.

Seu corpo também participa das escolhas

Fome e saciedade parecem sinais simples até começarmos a observá-los de verdade. Algumas pessoas percebem a fome com facilidade. Outras passam horas ocupadas, ignoram seus sinais e só percebem quando ela já está muito intensa.

Há também prazer, vontade, preferências, desconfortos e experiências anteriores com determinados alimentos. Tudo isso fornece informações sobre o seu comportamento alimentar.

A alimentação consciente pode ajudar nessa percepção: prestar atenção ao que acontece enquanto você come, reconhecer sinais do corpo e entender melhor as circunstâncias que acompanham suas escolhas.

Com o tempo, essa observação pode favorecer autonomia alimentar, porque você começa a participar das decisões com informações que também vêm de você.

Saber o que seria melhor comer é diferente de conseguir viver essa alimentação todos os dias.

A alimentação precisa caber na sua vida

Um plano pode estar nutricionalmente muito bem calculado e ainda assim ser difícil de seguir.

Que horas você acorda? Onde almoça? Cozinha ou depende do que encontra perto do trabalho? Tem filhos? Mora sozinha? Quanto pode gastar? O que gosta de comer? E o que simplesmente não faz sentido para você?

Essas informações também fazem parte do acompanhamento.

Na Nutrição Comportamental, rotina, cultura, relações, preferências e possibilidades ajudam a compreender por que algumas mudanças encontram espaço na vida e outras ficam apenas no papel.

Por isso, antes de decidir o que precisa mudar, eu quero conhecer a pessoa que terá de viver aquela mudança.

Como esse cuidado acontece no atendimento

Eu conheço Nutrição. Você conhece a sua vida.

Durante a consulta, meu conhecimento técnico encontra informações que somente você pode trazer: como seu corpo responde, onde estão suas dificuldades, o que já tentou, quais alimentos aprecia, o que incomoda e até onde determinada mudança é possível naquele momento.

É dessa conversa que construímos estratégias, orientações e, quando necessário, um plano alimentar individualizado.

Com o acompanhamento, você começa a reconhecer melhor seus próprios sinais e a participar das decisões sobre a alimentação.

É assim que a autonomia alimentar ganha espaço: você não precisa permanecer para sempre dependente de alguém dizendo o que pode ou não colocar no prato.

Calma, está tudo bem.

Você não precisa acertar tudo de uma vez.
Primeiro, precisamos compreender o que está acontecendo.

Esse acompanhamento pode fazer sentido para você se…

Já tentou seguir dietas ou regras alimentares e percebe que elas não cabem na sua rotina

Sabe o que gostaria de mudar, mas encontra dificuldade para transformar intenção em hábito

Percebe que ansiedade, estresse, cansaço ou outras emoções influenciam sua forma de comer

Tem episódios de fome emocional, come por ansiedade ou sente dificuldade para perceber fome e saciedade

Quer compreender melhor seu comportamento alimentar e sua relação com a comida

Busca construir escolhas com mais consciência, autonomia alimentar e participação no próprio cuidado

Agendar consulta Atendimento online • Nutrição Comportamental • Com escuta

Perguntas frequentes

O que faz um nutricionista comportamental?
Um nutricionista comportamental observa a alimentação dentro do contexto em que ela acontece. Durante o acompanhamento, entram na conversa o que você come, sua rotina, preferências, história, emoções, relações, sinais de fome e saciedade e os hábitos que foram sendo construídos ao longo da vida.

O conhecimento nutricional continua presente. A diferença está em compreender também como e por que determinadas escolhas acontecem antes de propor mudanças.
Nutricionista comportamental passa dieta ou plano alimentar?
Pode passar. Quando existe indicação, um plano alimentar individualizado pode fazer parte do acompanhamento.

O que muda é a forma como ele é construído. Sua rotina, preferências, possibilidades financeiras, horários, contexto familiar e aquilo que você realmente consegue colocar em prática também precisam ser considerados.
Nutrição Comportamental serve para quem quer emagrecer?
Sim. O desejo de emagrecer pode fazer parte do acompanhamento nutricional.

Peso, necessidades energéticas e composição da alimentação podem ser avaliados quando fizer sentido, enquanto também observamos comportamento alimentar, rotina, fome, saciedade, hábitos e a relação que você foi construindo com a comida.
O que é fome emocional?
A expressão fome emocional costuma ser usada quando a vontade de comer aparece associada a estados emocionais, como ansiedade, tristeza, estresse, cansaço ou tédio.

Mas nem toda vontade de comer fora de uma refeição significa fome emocional. Frequência, contexto, intensidade, sinais físicos e aquilo que acontece antes e depois ajudam a compreender melhor cada situação.
Comer por ansiedade significa que tenho um problema com a alimentação?
Não necessariamente. A ansiedade pode influenciar a alimentação de formas diferentes. Algumas pessoas comem mais, outras perdem o apetite e há quem não perceba mudança alguma.

Quando comer por ansiedade começa a acontecer com frequência, provoca sofrimento ou interfere na rotina, vale investigar esse padrão com mais atenção. Dependendo do caso, o acompanhamento psicológico ou médico também pode ser necessário.
Qual a diferença entre fome física e vontade de comer?
A fome física costuma vir acompanhada de sinais corporais e tende a aumentar gradualmente. A vontade de comer também pode surgir por prazer, hábito, ambiente, memória, emoção ou simplesmente porque determinado alimento está disponível.

Na prática, essas experiências nem sempre aparecem tão separadas. Aprender a percebê-las faz parte do desenvolvimento da consciência alimentar.
Nutrição Comportamental e alimentação intuitiva são a mesma coisa?
São conceitos relacionados, mas não precisam ser tratados como sinônimos.

A alimentação intuitiva trabalha a reconexão com sinais internos, como fome, saciedade e satisfação. Já a Nutrição Comportamental possui um campo mais amplo de observação do comportamento, das escolhas alimentares e dos fatores fisiológicos, emocionais, sociais e culturais relacionados ao comer.
O que é alimentação consciente ou mindful eating?
Mindful eating, ou alimentação consciente, envolve prestar atenção à experiência de comer: sensações do corpo, sabor, ritmo, fome, saciedade, pensamentos e circunstâncias daquela refeição.

Pode ser um recurso dentro do acompanhamento nutricional quando fizer sentido para aquela pessoa. Não existe obrigação de transformar cada refeição em um exercício de atenção plena.
Quando procurar uma nutricionista comportamental?
Pode fazer sentido quando você percebe que saber o que deveria comer já não resolve sozinho.

Isso pode acontecer depois de várias tentativas de dieta, quando existe dificuldade para manter mudanças, episódios de fome emocional, comer por ansiedade, culpa frequente em relação à comida ou dificuldade para perceber fome e saciedade.

Também é uma possibilidade para quem simplesmente deseja compreender melhor o próprio comportamento alimentar e participar mais das próprias escolhas.
Nutrição Comportamental substitui acompanhamento psicológico?
Não. Alimentação e saúde mental podem se relacionar, mas o acompanhamento nutricional respeita os limites de atuação da Nutrição.

Quando existem transtornos alimentares, sofrimento emocional importante, ansiedade, depressão ou outras condições que necessitem cuidado específico, o trabalho pode acontecer de forma integrada com psicologia, psiquiatria, medicina ou outros profissionais.